UM CURSO EM MILAGRES
31 DE MAIO DE 2004
2ª FEIRA

MEDITAÇÃO:

Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil.
Eu estou aqui para representar Aquele Que me enviou.
Eu não tenho que me preocupar com o que dizer ou o que
fazer, porque Aquele Que me enviou me dirigirá.
Eu estou contente em estar aonde quer que Ele deseje,

sabendo que Ele vai comigo.
Eu serei curado na medida em que eu permitir que Ele

me ensine a curar.

PRINCÍPIO 34
Milagres restauram a mente à sua plenitude. Por expiar o senso de carência, estabelecem proteção perfeita. A força do espírito não deixa lugar para intrusões.

Jorge: Vemos que o milagre desfaz o nosso senso de carência, ou seja, nosso senso de necessidades. A ausência das necessidades cria uma força, que nos torna invulneráveis, porque não permite intrusões. Isto quer dizer que vamos estar bem sempre. Quando não se tem necessidades nada nos pode retirar a paz. Isto não implica que não vais precisar morar, alimentar-se, vestir-se, etc... Apenas que não haverá mais o senso, seja: o sentimento, e ou a sensação. Neste senso de carência, sentimos sempre que está faltando alguma coisa. Que nunca estamos plenos. Que ainda temos algo a conquistar. Que estamos na falta ou escassez. Este senso, portanto, é que será expiado. É equivalente a escolha do Reino. A escolha do 'Reino', implica em que nada te faltará. E que tudo o mais te será dado por acréscimo. E por não mais sentir carências, não haverão mais faltas. As necessidades são criadas de acordo com os interesses de terceiros. Quando tens um novo produto a vender, que ninguém tem, que ninguém conhece, você cria no outro a necessidade. Ele se sentirá carente, e vai trabalhar para conquistar este produto e fechar a carência ou necessidade que lhe foi criada. Assim, quando você se dispõe a trabalhar para comprar um objeto que antes vivia sem, e agora precisa dele, e isto lhe causa a sensação de falta ou carência, está vulnerável às necessidades. As carências se tornam tão fortes a ponto de gerar uma crença em que “aquilo que antes eu não tinha, agora não posso mais viver sem”. Quando criança, não tinha em minha casa, luz elétrica, geladeira, fogão a gás, televisão, telefone, não tínhamos automóvel, Correio Eletrônico, dvd, microcomputador, aparelhos eletro eletrônicos, e tantas outras coisas e objetos, sem os quais hoje não saberia como viver. Quando meu micro quebra, fico louco porque o técnico demora a consertar, sinto carência. Necessito dele para viver. Como poderíamos viver hoje sem tudo isto? Concluindo, 'o milagre expia o teu senso de carência, restabelecendo a tua plenitude.

Participante: Mas o que acontece se não tivermos mais necessidades?

Jorge: Não há problema nenhum em termos objetos ou bens materiais, ou
desfrutar deles. O que, no entanto, acontece com mais freqüência, é que nos ocupamos tanto em suprir carências emocionais e físicas, que nos esquecemos do alinhamento Espiritual. Não vamos encontrar em nenhum momento negação à matéria. Então isto significa que não temos que negar a matéria. Significa que temos que para de negar o Espírito.

Participante: A busca pelas questões materiais não vai chegar a um limite, onde após se buscará o Espírito?

Jorge: Mas qual o limite, e quando vai se estabelecer? O mundo vai tratar de criar novas carências. Quando menino estava carente porque não tinha um pequeno carrinho de plástico para puxar amarrado em um cordão. Depois queria um triciclo, depois um jipe de pedalar, depois uma bicicleta, depois a moto, depois o carro, depois o carro melhor, depois a mulher, depois a casa, a casa maior, os móveis, os móveis novos, o carro está velho, a geladeira pifou, agora um video cassete, agora o dvd, o toca cd, a TV, a TV a cabo, a antena parabólica, o satélite, agora por exemplo preciso demais fazer uma viagem de turismo espacial. E depois? Afinal quando terei tudo? Então quando vou parar? O ego não questiona a validade do que já foi conquistado. Questiona o que falta conquistar.
Como o Espírito é plenitude, não o entendemos como necessidade, por isto
não o buscamos. Não estamos buscando ser plenos. Estamos buscando suprir necessidades. Por esta razão devemos expiar o censo de carência, o que nos colocará imediatamente na plenitude. Sendo o espírito plenitude, e estando a mente e o físico em alinhamento, a plenitude espiritual se estenderá ao nível material também.
Minha mãe dizia que trabalhava e ganhava o mesmo salário que seus colegas. Ela comprou uma máquina de costura que era sua necessidade na época. Sua amiga, gastava com sua igreja, em doações, retiros, etc... Outro colega, gastava em festas e bailes.
Assim, somente ela tinha conquistas materiais a mostrar. Os demais não tinham nada.
A igreja, a festa, a máquina. No final todos tinham carências. Um da igreja, outro da máquina, e outro das festas. Por esta razão, devemos lembrar do alinhamento. Isto equivale a escolher o 'Reino'. Se nesta escolha tudo terás e o mais será dado por acréscimo, terás mais.

Assim, temos uma outra lei. “Aquele que mais tem, mais lhe será dado. Aquele que menos tem, até mesmo o pouco que tem lhe será tirado”. Assim: A minoria detém a maioria dos bens, e cada vez tem mais. A minoria detém a menor parte das riquezas do mundo, e está cada vez com menos.

Participante: Dizem que Sócrates gostava de ir muitas vezes ao mercado. Mas nada comprava. Um dia lhe perguntaram porque então ia tanto ao mercado? Respondeu, que ia para verificar quantas coisas lhe eram desnecessárias. -Os jovens que vão ao shopping provavelmente necessitam de tudo que ali está exposto.

Participante: Vejo crianças com celulares, o que vão precisar quando forem adultos?

Participante: Me chamaram de anti social. Fui me questionar, e verifiquei que não tenho carência de muitos amigos, e de festas. Tenho uma companheira que esta comigo, e não
preciso muita coisa para cobrir carências. Assim, quanto mais carências, mais necessidades de festas, amigos verdadeiros ou não Hoje podemos ter um relacionamento intimo com outra pessoa sem nem mesmo saber seu nome. Fazemos apenas para suprir carências.

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16. O perdão da mentalidade milagrosa é apenas correção. Não tem absolutamente nenhum elemento de julgamento. A declaração “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” de modo algum avalia o que fazem. É um apelo para Deus curar as suas mentes. Não há referência ao resultado do erro. Isso não importa.

Participante: Então isto quer dizer que não importa o tipo de erro temos que perdoar por igual?

Jorge: Captou bem. Em nenhum momento é avaliado o resultado do erro, isto não tem importância. O perdão representa a expiação ou liberação na mente, ou seja, a cura deve ser na mente, porque o erro esta na mente, o que estão fazendo é o resultante do erro na mente. Avaliar o resultante do erro, ou o erro materializado vai nos levar a mais fragmentações. Um dos primeiros princípios é 'Não há ordem de dificuldades em milagres, não há maior ou menor’. Já sabemos que o erro acontece na mente, ali deve acontecer a cura. Acontece na mente por pensamentos, palavras, atos, e omissões.
O erro na matéria é resultante variável do erro na mente. O erro é perceptível na matéria, no entanto não podemos nos prender ao físico, e imediatamente após a percepção, emergir, e elevar nossa percepção ao nível do Espírito, para colocar o mesmo à disposição da cura da mente.

Participante: Se eu conseguir perdoar a mim mesma conseguirei perdoar o restante das pessoas?

Jorge: Temos de começar por algum lugar.O perdão é expiar, é desfazer.Temos uma sala cheia de entulhos, temos de desfazer isto. Não importa por onde começamos, o início vai nos levar ao objetivo final.

Principiante: Mas pensei que deveríamos trabalhar o perdão então por fora, mas será assim mesmo?

Jorge: Tudo o que está errado, está porque o erro surge primeiro na mente. Iniciar o trabalho do perdão é iniciar a cura da sua mente. Então não importa qual o primeiro erro a ser perdoado. Se é o teu por não se perdoar, ou se é o do outro por te magoar.
O que temos são muitos entulhos ou erros na mente a espera de dissolução, perdão.
Os entulhos na mente são como pedras que pesam na consciência. Quando todas as pedras forem retiradas o pedrão foi concluído. Estará tudo pedroado. O perdão não tem mais sentido.

No nível da mente, onde o perdão acontece, não tem avaliação do tamanho da pedra, se é maior ou menor, apenas tem uma contagem da quantidade de pedras a serem retiradas.
Assim, o peso é igual na sua consciência. Seja: O que pesa é a quantidade, não a qualidade relativa com que o erro se manifestou na matéria.

Participante: Então neste nível não tem crime hediondo?

Participante: Isto retira então a idéia do pecado capital, ou venial?

Jorge: Se percebermos assim, sim. temos que desfazer todos.

Participante: Estou achando muito bom, se neste plano não há maior ou menor temos que desfazer tudo igualmente. Então não temos que avaliar o erro material, e perdoar ou solicitar a cura na mente.

Jorge: Vejamos: Se prendermos alguém por um crime, durante um ano, se não
acontecer a cura na mente, imediatamente a sua soltura, vamos verificar a reincidência. E como sabemos que o erro esta na mente, e que o resultado na matéria pode ser variável, talvez o mesmo erro provoque como resultante uma variação no tipo de crime classificado pelo código de leis.-O que não justifica no mundo eliminar o código de leis.
Os danos provocados ao a outro por erros maiores ou menores segundo nossa avaliação não estão diretamente ligados ao trauma por eles provocados.
Um erro classificado como leve, pode causar um dano imensurável.
Um dano provocado por erro classificado como pesado, pode ser por vezes
menor que o anterior. Então temos que compreender apenas que, se intencionamos evoluir espiritualmente, temos que reverter esta percepção. O que não significa que devemos reverter o código de leis.

Seja: não tenho que reverter a percepção do mundo. Tenho que reverter a
minha percepção.

Participante: Compreendi assim: Tenho dois filhos. Um pega um doce escondido, o outro pega um doce, e uma bicicleta. O que tenho que fazer é compreender que tem um erro na mente, Assim, se fosse o caso da punição não haveria punição maior, ou menor, O que deveria ser atendido, é especificamente a questão do erro na mente que precisa correção. O fato físico, pode manifestar-se variável e diferentes formas.

Jorge: Sim, pegar um doce é erro, pegar uma bicicleta, é erro, quebrar o nariz de alguém é erro. A punição maior, ou menor também consiste em erro, por que não provoca a correção na mente. Por esta razão não devemos julgar o erro porque o erro é conseqüência, não causa, e causa merece correção, não punição. Assim: 'Perdoa porque não sabem o que fazem', não implica em nenhum julgamento. Senão diria: Perdoa por me crucificarem, e também aquele outro que esta chutando um cachorro, e o outro por estar roubando uma fruta.

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17. A injunção “Sêde uma só mente” é o enunciado para o estado de prontidão para a revelação. Meu pedido “Fazei isso em memória de mim” é o apelo para a cooperação dos trabalhadores de milagres. As duas declarações não pertencem à mesma ordem de realidade.Só a última envolve uma consciência do tempo, já que lembrar é recordar o passado no presente. O tempo está sob a minha direção, mas a intemporalidade pertence a Deus. No tempo existimos para o outro e com o outro. Na intemporalidade, coexistimos com Deus.

Jorge: Sêde uma só mente nos coloca no nível da revelação. Para tanto temos de unificar a mente dissolvendo o que nos prende ao tempo. Fazei isto em memória de mim, se refere ao tempo às memórias. No tempo vivemos um com o outro e para o outro.
O que faz no tempo uma hitroelétrica para gerar energia não o faz só para si mesmo, faz para o outro, por exemplo. Assim, é tudo o que fazemos. Não importa o que fazes.
Na intemporalidade coexistimos com Deus.

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18. Tu podes fazer muito em favor da tua própria cura e da dos outros se, em uma situação que necessite de ajuda, pensares deste modo:

Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil.
Eu estou aqui para representar Aquele Que me enviou.
Eu não tenho que me preocupar com o que dizer ou o que

fazer, porque Aquele Que me enviou me dirigirá.
Eu estou contente em estar aonde quer que Ele deseje,

sabendo que Ele vai comigo.
Eu serei curado na medida em que eu permitir que Ele

me ensine a curar.

Jorge: Temos aqui, a meu ver, uma chave para todos aqueles que pretendem
conhecer os mecanismos do milagre, como funciona, como acontece. Como nesta existência existimos com o outro e para o outro podes ser útil se colocares a tua mente neste posicionamento.

Eu estou aqui.
Se estou aqui posso ser útil ou não.
Se quero ser útil, já que estou aqui
Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil...

Isto colocará sua mente na posição alinhada com o Espírito. Daí em frente não precisa mais se preocupar como que dizer ou fazer.... Assim, quando me proponho, e me disponho a aprender a curar, devo iniciar aprendendo a curar no outro. Se quero me curar e não sei como, aprendo com a cura que me permito aprender pois que permito que Ele me ensine a curar. Quanto mais permitir que este estado de 'Eu estou aqui' aconteça, mais rápido acontecerá minha cura. Assim, se eu começar a perdoar não importa por onde, a cura vai acontecer na minha mente. Quanto mais nos disponibilizarmos a curar, mais vamos disponibilizar a possibilidade de que milagres aconteçam proporcionando a cura aos outros, e o aprendizado da cura é a cura a nós mesmos.

Chego na rua e vejo duas pessoas brigando. Posso tomar o partido de uma , ou de outra, posso me omitir, ou posso escolher ser útil. Se escolher ser útil, não sei como.
Sabe sim! 'Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil. O que dizer ou fazer será inspirado pelo Espírito Santo. Como sempre estou em algum lugar, sempre tenho a oportunidade de dar-me conta de que onde estou, é sempre uma oportunidade de fazer muito pela minha cura, e pela cura dos outros. Se tiver algo a fazer farei o que é o certo.
Se tiver algo a dizer as palavras acontecerão.

Participante: No meu ônibus, estava uma mulher jovem, socando o filho de mais ou menos um ano, que por sua vez estava muito puxando os cabelos da mãe. A criança chorava muito, a mãe socava a criança com raiva, a criança parecia estar sentido ódio da mãe, pois puxava cada vez mais os cabelos da mãe. Me senti muito mal, pensava: “ Mas é uma criança”! Quando ela saiu do ônibus, comentei com o trocador: “Como uma mãe faz isto com uma criança”? Ele disse: “Eu não interfiro, é a mãe da criança”. Eu chamaria a atenção da mãe. O que estaria mais correto?

Jorge:Eu também chamaria a atenção da mãe, ou então da criança.

Participante: Mas a mãe não pode fazer isto com uma criança!

Jorge: Mas a criança não pode fazer isto também com a mãe. Eu posso escolher defender a mãe.Eu posso escolher defender a criança. Se escolher defender a criança, atrairei para mim a ira da mãe.Se escolher defender a mãe, atrairei para mim, a ira da criança. Então qualquer das duas escolhas seria para julgar ou a mãe , ou o filho. Jesus não julgou. Para fazer algo em memória de Jesus, não julgue. Seja lá o que pode ser feito para curar o erro na mente de ambos, mãe e filho, se não o sabes o que, apenas fazei isto: Posicione sua mente no alinhamento do Espírito dizendo a si mesmo:

'Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil...’

Percebemos o erro nos dois e transcendemos a percepção, colocando a mente no nível da cura. Talvez um sorriso pleno de amor dirigido à mãe e ao filho, talvez uma palavra amorosa à ambos, talvez um toque amoroso, um gesto. Sabemos que o amor dissolve o ódio, assim como a luz dissolve a escuridão.

Assim, não sei o que seria melhor, estou apenas exemplificando. Se algo curar o outro, estás aprendendo a cura. Se aprenderes a cura, aprendeste a curar a ti mesmo.
Por esta razão esta meditação é dita em todos os nossos encontros, no
início e no fim, até compreendermos o mecanismo da cura. O mecanismo dos milagres.
Após esta compreensão, devemos lembrar de praticar. Todos os momentos podem ser aproveitados para a cura. Lembra-te e dize apenas isto. 'Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil'. A partir deste momento Aquele que te enviou até ali te dirigirá.
Você se dará conta que está muito contente de estar ali. Pois saberás que Ele esta ali contigo. Aprenderás a cura, e por conseguinte serás curado nesta proporção.
Assim, quando me coloco diante de uma situação que precisa da cura, eu me permito que Ele me ensine a curar dizendo: 'Eu estou aqui.... E não julgaremos mais se o erro é bater na mãe, ou se é bater no filho. Apenas, aprenderemos a cura. é a chamada "Posição Jcakie"Jackie to aqui,....

Participante: Olha, agora você foi verdadeiramente útil, conseguiu esclarecer para mim esta situação, e de agora em diante aprendi a cura, e a me posicionar diante da percepção do erro.

Jorge: Dou a todos minha gratidão, por terem sido verdadeiramente úteis ao
me proporcionar a oportunidade de captar esta compreensão até agora não percebida por mim.

Participante: Olha, me aconteceu algo semelhante, fui defender a criança, a mãe sentiu-se atacada, a avó sentiu-se atacada, e praticamente apanhei das
duas, no final, até a criança me chamou de metido. Não mais me posicionei em nada.
Agora, que foram verdadeiramente úteis, já saberia como me posicionar: "Posição Jackie."!!!Mas percebo agora, que nada que fizesse curaria na mente, daquelas pessoas, o erro. Ainda bem que estou aqui para aprender a ser verdadeiramente útil.

Participante: Colocar-se de um ou outro lado é julgar. Julgar é cometer o mesmo erro do outro. Se estão brigando, é porque julgaram antes que o outro não estava agindo de acordo com seu desejo.

Participante: Desta vez fiquei calada, mas tenho mania de defender as crianças.

Jorge: Isto pode ser a projeção. Projetas na criança sua criança. Ou projetas ou projetas na mãe a sua mãe.

Participante: Em briga de marido e mulher, quem apanha é quem mete a colher.

Participante: Não cura o outro, e ainda apanha, dos dois.

Jorge: Gostaria de voltar ao 'Pai, perdoa por que não sabem o que fazem’. Ele não julgava nenhum, e perdoava então a todos os que o acusaram, julgaram, e condenaram, e crucificaram?

Jorge: Penso que estava se referindo somente aos romanos presentes.

Participante: Espere, mas se ele veio para libertar da culpa, não libertaria a todos?

Jorge: Vocês tem razão. Aquele a todos veio para libertar da culpa não iria permitir que agora tivessem culpa pelo que fizeram.

Participante: Mas mataram Jesus, e isto causou a ele sofrimento.

Jorge: Não vamos julgar aos romanos "Em memória", já que ele não julgou.
Eu sempre pensei que fazer isto em memória de mim, fosse tomar vinho. Agora, também me dou conta de que fazer isto, é de fato não julgar e que o vinho, é levantado em brinde, como celebração desta compreensão. Quanto ao sacrifício, podemos compreender de outro ponto de vista. Experimentemos pensar assim: A humanidade não acreditava que pudesse alguém ir para o céu, porque tinham a consciência de 'todo' e sentiam culpa por inúmeros pecados. Esperavam um salvador. Enquanto esperavam para aliviar a culpa de suas consciências ofertavam a Deus o melhor do que possuíam. A melhor ovelha em sacrifício a Deus. Não a vendiam, não dela usufruíam, não fazem um churrasco dela.
Ofereciam integralmente a Deus. Assim, a melhor caça, uma porção da melhor parte da colheita. Para as celebrações a melhor roupa, etc... Então chegou Jesus e disse tão simplesmente: 'O céu esta sobre suas cabeças, podem elevar suas mãos e seus corações ao alto, sentirão que o céu já está, e sempre esteve aberto a vós. Disseram: “Não! Isto não pode ser tão simples assim. Como um filho de carpinteiro, pode dizer isto”?
Os grandes estudiosos dos templos sempre nos disseram, para que
possamos retornar ao céu será preciso grandes sacrifícios. Aludindo aos sacrifícios de ovelhas, disse Jesus: 'Pois bem, o filho de Deus se sacrificará ao Pai'
"Eu sou o cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo. Me ofereço em sacrifício por vós, e pela remissão de vossos pecados". [Mais ou menos assim, só para ilustrar]
Então disseram: -É, mas como saberemos que ao morrer irás para o céu.?
“Eu ressuscitarei para provar isto”. E assim aconteceu. Mas São Tomé não acreditou, e precisou tocar em seu corpo. E nós já acreditamos? Vamos meditar isto nesta semana.
Minha gratidão também por serem verdadeiramente úteis no caso do perdão a todos oferecido por Jesus.

MEDITAÇÃO:

Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil.
Eu estou aqui para representar Aquele Que me enviou.
Eu não tenho que me preocupar com o que dizer ou o que
fazer, porque Aquele Que me enviou me dirigirá.
Eu estou contente em estar aonde quer que Ele deseje,

sabendo que Ele vai comigo.
Eu serei curado na medida em que eu permitir que Ele

me ensine a curar.

 

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